
No segundo andar do prédio da Academia de Polícia do Estado de São Paulo, localizada na USP (Universidade de São Paulo), no Butantã, há um museu um tanto quanto peculiar. Os quadros nas paredes não são exatamente obras de arte; os objetos em exposição não
podem ser considerados esculturas ou relíquias e os bustos de personalidades não homenageiam figuras consideradas heroicas.
Neste museu, estão em exposição itens originais e fotos de crimes que chocaram São Paulo como o do Maníaco do parque e o “crime da mala”. Casos mais antigos, da década de 30, como a chacina conhecida como “Crime do Restaurante Chinês” também estão presentes. Em um clima pesado, mas interessante, o Museu do Crime revela detalhes macabros dessas histórias
Reportagem: Sylvia Albuquerque, do R7
o “crime da mala”
Em 1928, José Pistone matou a mulher asfixiada, Maria Fea Pistone. Para se desfazer do corpo, ele empacotou-o em uma mala e despachou pelo porto de Santos para um desconhecido na França. A mala foi apreendida pela polícia e Pistone alegou ter cometido o homicídio porque a mulher o traiu. Ela estava grávida e o caso se tornou uma grande lenda. No museu, a mala original do crime é exposta com um boneco idêntico ao corpo de Maria. Fotos da época, o cabelo da vítima e um busto de Maria, estão nesta ala do museu. Além disso, também é possível conferir imagens do túmulo dela na cidade de Santos, que chegou a ser visitado por milhares de curiosos Foto: Daia Oliver/R7
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